Benefícios de fazer uma dieta sem lácteos + 6 alternativas para os produtos lácteos

Você sabia que a primeira reação adversa ao leite de vaca que foi realmente detalhada existe há mais de 2.000 anos? Hipócrates descreveu a primeira reação adversa ao leite de vaca na sua pele pele, e seus sintomas gastrointestinais após o consumo. Hoje, o leite de vaca é um dos primeiros alimentos introduzidos na dieta de todos os bebes, e, sendo assim, é uma das primeiras e mais comuns causas de alergia alimentar em todo o mundo, levando muitos a procurar opções de dieta sem lácteos com o passar do tempo.

Benefícios de dieta sem leite + 6 alternativas de produtos lácteos

A alergia a proteínas existentes no leite de vaca é uma alergia alimentar comum em lactentes e também em crianças, e, juntamente com a intolerância à lactose, requer uma dieta sem lácteos no momento em que a nutrição adequada seja crítica.

Os pesquisadores apontam que é importante que os pais tenham conselhos confiáveis ​​e apoio contínuo sobre opções e alternativas saudáveis e adequadas sem lácteos. Estar ciente de opções de alimentos sem lácteos ou mesmo alimentos que contêm menos lactose ajuda você ou seus filhos a consumirem a uma dieta livre de lácteos.

O que é uma dieta sem lácteos?

As pessoas podem seguir uma dieta sem lácteos por diferentes motivos, mas para a maioria das pessoas, eles estão procurando alívio dos problemas digestivos como inchaço, problemas de pele e condições respiratórias falhas que provêm de produtos lácteos.

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Foi relatado que 0,6 por cento a 2,5 por cento dos pré-escolares, 0,3 por cento das crianças e adolescentes mais velhos e menos de 0,5 por cento dos adultos sofrem de alergia ao leite de vaca e são obrigados a seguir uma dieta sem leite. (2) Além disso, entre 30 milhões e 50 milhões de brasileiros são intolerantes à lactose. Felizmente, há uma abundância de alimentos vegetais e produtos sem lácteos que ainda dão ao seu corpo os nutrientes que você precisa para prosperar.

Uma dieta sem lácteos inclui alimentos que são totalmente livres de leite e produtos lácteos. Pessoas que são intolerantes à lactose podem optar por diminuir ou eliminar alimentos que contenham alguma lactose. Alguns podem ter porções bem menores de alimentos que contenham proteínas do leite, e eles podem achar que a formulação láctea fermentada passa mais fácil em seus sistemas digestivos. As pessoas que sofrem de alergia alimentar de leite de vaca, por outro lado, devem eliminar completamente as proteínas do leite de suas dietas e conseguir encontrar alternativas saudáveis de alergia alimentar que proporcionem cálcio e outros nutrientes vitais.

As principais fontes de produtos lácteos que precisam ser realmente evitadas ao comer uma dieta sem lácteos incluem ainda leite, queijo, manteiga, creme de queijo, queijo cottage, creme azedo, cremes e também pudins, sorvete, soro de sorvete, soro e caseína.

7 Benefícios de uma dieta sem lácteos

1. Menos inchaço

O inchaço devido aos produtos lácteos é uma queixa considerada comum entre pessoas com sensibilidades e alergias ao leite. O próprio inchaço é um problema comum da digestão. Para muitas pessoas, a causa do excesso de gás presente nos intestinos, que causa inchaço, é devido à digestão ineficaz de proteínas, a incapacidade de quebrar açúcar e carboidratos completamente e por causa dos desequilíbrios nas bactérias intestinais.

Todos esses fatores podem ser causados por uma alergia ou a uma sensibilização dos produtos lácteos, portanto, seguir uma dieta livre de lácteos pode ajudá-lo a se livrar desse estômago inchado de forma definitiva.

2. Melhor para a saúde respiratória

O consumo excessivo de leite tem uma longa relação com aumento da produção de muco do trato respiratório e da asma. Pesquisas indicam que o leite A1 (integral) estimula a produção de muco de glândulas intestinais e das glândulas respiratórias.  Embora a pesquisa sobre se o consumo de leite leva ou não à produção de muco ainda seja mista, os sintomas respiratórios são frequentemente apontados por pessoas com alergias ou sensibilidades lácteas, de modo a evitar que os produtos lácteos possam ser benéficos para esses grupos.

3. Digestão melhorada

Porque cerca de 1/4 população mundial tem algum grau de intolerância à lactose, sendo assim, manter uma dieta livre de lácteos garante que você evite os sintomas digestivos que milhões de pessoas sofrem diariamente. Isso pode aliviar problemas como cólicas, dor de estômago, inchaço, gás, diarréia e náuseas. O leite também já foi indicado como um gatilho chave dos sintomas do IBS e também outras condições digestivas.

4. Pele mais clara

Existem dados realmente significativos que apoiam o papel do consumo de leite no desenvolvimento da espinha e da acne. Um estudo relatado em 2010 em Clinics in Dermatology apontou que o leite contém esteróides anabolizantes, bem como altos níveis de hormônios de crescimento que elevam a potência do leite em agir como estimulante da acne.  Ficar livre de lácteos e tomar suplementos probióticos podem ajudá-lo a melhorar a acne naturalmente, sem medicação excessiva ou mesmo lavagens faciais.

5. Pode reduzir o risco de câncer

Algumas pesquisas indicam que o consumo de produtos lácteos pode elevar seu risco de desenvolver câncer. Um estudo de 2001 publicado na Harvard School of Public Health descobriu que uma alta ingestão de cálcio, principalmente vinda de produtos lácteos, pode elevar o risco de câncer de próstata, diminuindo as concentrações de um hormônio considerado protetor contra o câncer de próstata. Os produtos lácteos também podem conter contaminantes, como os pesticidas, que possuem um grande potencial carcinogênico e fatores de crescimento, como o fator de crescimento 1 igual a insulina, que demonstraram reforçar o crescimento celular de câncer de mama.

A associação do câncer com a dieta é muito real, e dado que a produção de leite parece elevar o risco de alguns tipos de câncer em certas pessoas, uma dieta livre de lácteos pode diminuir o risco de tipos específicos de câncer.

6. Diminuir o estresse oxidativo

Embora uma dieta que contenha  produtos lácteos seja propagada para reduzir a probabilidade de fraturas osteoporóticas e diminuir assim o custo do cuidado da saúde, uma nova pesquisa publicada no BMJ indicou que a alta ingestão de leite foi relacionada a maior mortalidade em um grupo de mulheres e em outro grupo de homens, e com uma maior incidência de fratura nas mulheres. Os pesquisadores indicam que uma alta ingestão de leite pode levar também a efeitos indesejáveis, ​​porque o leite é a principal fonte dietética de D-galactose, que atua no processo de estresse oxidativo e inflamação.

A evidência experimental feita em várias espécies animais indicam que a exposição crônica à D-galactose é também prejudicial para a saúde. Mesmo uma baixa dose de D-galactose leva a mudanças que se assemelham ao envelhecimento natural em animais, incluindo a vida reduzida, por causa dos danos causados ​​pelo estresse oxidativo, inflamação crônica, neuro degeneração e diminuição do sistema imunológico. (10)

7. Evitar as Reações de Alergia e Sensibilidade ao Leite

A única cura verdadeira para uma alergia ao leite é evitar totalmente o leite e os produtos lácteos completamente. Probióticos e enzimas digestivas podem levar as pessoas a uma digestão melhor as proteínas do leite se a alergia não for considerada grave, mas para a maioria das pessoas, abandonar totalmente o culpado é a única resposta. Para as pessoas que são de fato intolerantes à lactose, uma redução ou eliminação de lactase pode levar a lactose não absorvida para passar no cólon, levando à fermentação bacteriana que leva a sintomas como flatulência, diarréia, inchaço e náuseas. Estudos indicam que esses sintomas gastrointestinais melhoram quando o leite é removido de fato na dieta. (11)

A alergia à proteína do leite também é um problema presente na infância, e pode afetar até 15 por cento das crianças em todo o mundo. É pensado que a proteína do leite consumida por uma mãe pode passar para o bebê enquanto ele se amamentava. Por esta razão, os pediatras indicam frequentemente que as mães deixem de dar produtos lácteos se seus bebês apresentarem reações adversas ao leite materno. (12)

Alternativas de produtos lácteos

Ainda não existe uma terapia adequada efetiva contra a alergia ao leite de vaca, exceto a eliminação total, portanto, alternativas podem ser necessárias. É sempre importante citar que qualquer pessoa que esteja livre de lácteos esteja ciente dos nutrientes que eles deixam de receber dos produtos lácteos, assim procurar os consumir por outros alimentos. Os nutrientes mais prejudicados se os produtos lácteos são excluídos são o cálcio, o potássio e magnésio.

De acordo com um estudo recente publicado, para as mulheres de 19 a 50 anos de idade que estão em uma aderindo a uma dieta livre de lácteos, apenas 44 por cento de cálcio e 57 por cento das recomendações de magnésio e potássio são atendidas de fato. Naturalmente, isso eleva o risco de baixa deficiência de potássio, magnésio e deficiência de cálcio.

Aqui estão algumas alternativas eficazes de produtos lácteos que o ajudam a receber os nutrientes que você precisa ao seguir uma dieta sem lácteos:

1. Leite de cabra

Enquanto o leite de cabra ainda seja um leite, é rico em ácidos graxos e é mais facilmente absorvido e assimilado pelo corpo humano do que o leite de vaca. As partículas de gordura presentes no leite de cabra são menores e contêm menores concentrações de lactose por quantidade. O leite de cabra também diminui os níveis de caseína, tornando-se uma escolha melhor para pessoas com sensibilidade à proteína especifica caseína.

A caseína A1 pode realmente causar a inflamação e contribuir para problemas gastrointestinais como síndrome do intestino irritável, Crohn, intestino e colite com vazamento, bem como alguns problemas de pele como eczema e acne, juntamente com doenças auto-imunes. Embora a maioria das vacas produza uma boa quantidade de caseína A1, o leite de cabra contém apenas o subtipo caseína A2, tornando-se o leite mais próximo do leite humano, em termos de proteína.

Um estudo de 2004 publicado no Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition indicou que o leite de cabra, quando usado como a primeira fonte de proteína após o período normal de amamentação, é menos alergênico se comparado com o leite de vaca em camundongos. O número de ratos que apresentaram diarréia foi significativamente maior no grupo que consumiu leite de vaca do que no grupo sensibilizado pelo leite de cabra. Os níveis de imunoglobulina G1 e de histamina específicos para o leite de vaca sérica também foram realmente maiores em ratos que consumiram leite de vaca.

Os nutrientes presentes no leite de cabra também pode surpreendê-lo – é rico em cálcio (fornecendo 33 por cento do seu valor diário recomendado), fósforo, vitamina B2, potássio, vitamina A e também magnésio.

2. Leite de coco

Uma das melhores e mais recomendadas opções de lácteos disponíveis é o leite de coco, um líquido que é retirado de dentro de cocos maduros, armazenados na”carne” de coco. Quando você tritura e depois retira a carne de coco, o que resta é um líquido de leite de coco mais grosso. O leite de coco é completamente livre de qualquer substância láctea, lactose e soja. Embora o leite de vaca contenha mais proteína e cálcio em comparação com o leite de coco, você pode compensar esse fato com alimentos ricos em cálcio como couve, brócolis, agrião e bok choy.

O leite de coco é uma boa fonte de nutrientes essenciais, como manganês, cobre, fósforo, magnésio, ferro e potássio. Um estudo de 2000 divulgado no West Indian Medical Journal indicou que os triglicerídeos de cadeia média presentes no leite de coco fornecem uma fonte de energia prontamente disponível  e podem ainda serem úteis em alimentos para bebés ou em terapia de dieta. O leite de coco é, contudo, rico em calorias e gorduras. Embora a gordura seja definitivamente considerada um tipo saudável, o controle de porções é importante, especialmente se você estiver procurando reduzir seu peso atual.

3. Leite de amêndoa

Existem muitos benefícios essenciais para a saúde dos nutrientes das amêndoas. Eles são pobres em ácidos gordurosos saturados, ricos em ácidos graxos insaturados e contêm fibra que traz saciedade, antioxidantes de fitosterol e protetores, bem como proteínas vegetais. Além disso, o leite com amêndoa ainda contém componentes probióticos que auxiliam na digestão, desintoxicação e no crescimento bacteriano saudável presente dentro da flora intestinal, que é fundamental para a utilização de nutrientes dos alimentos e também na prevenção de deficiências nutricionais.

Um estudo de 2005 publicada na Itália descobriu que o leite de amêndoa é um substituto eficaz do leite de vaca em lactentes com alergia ou intolerância ao leite de vaca. Para o estudo, 52 lactentes com alergia ou intolerância ao leite de vaca foram divididos em três grupos: leite com amêndoas, fórmula à base de soja e fórmula à base de hidrolisado de proteínas. Para todos os três grupos, não houve diferença na taxa de crescimento, incluindo o incremento de peso, comprimento e também na circunferência da cabeça. A suplementação com as fórmulas à base de soja e hidrolisado de proteínas levou ao desenvolvimento, em alguns lactentes, de uma sensibilização secundária (23 por cento à base de soja e 15 por cento a fórmula baseada em hidrolisado de proteínas), enquanto que a suplementação com leite de amêndoa não levou a esse desenvolvimento.

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Lactobacilos são microrganismos vivos que auxiliam na manutenção da flora bacteriana intestinal, estabilização do PH, a síntese de vitamina K e vitaminas do complexo B. As cápsulas dos probióticos eliminam e impedem a proliferação de bactérias ruins em nosso corpo. Para mais informações, clique aqui.

Com isso há a melhora na digestão dos alimentos e a absorção dos nutrientes. A combinação de lactobacilos da Sempre Viva inclui as principais cepas probióticas com vários benefícios como melhora na digestão e na prisão de ventre (intestino preso), diminuição dos gases e melhora a absorção de alimentos, inclusive sendo um coadjuvante importante em dietas de emagrecimento e no tratamento da obesidade.

Além do pool de oito lactobacilos é incluído também um prebiótico que serve de alimento para o desenvolvimento dos probióticos em nosso organismo, além da glutamina um aminoácido precursor de várias atividades metabólicas no organismo.  Para mais informações, clique aqui.

Indicações do Pool de Lactobacilos:

• Infecções intestinais;
• Terapia com antibióticos por tempo prolongado;
• Alergias alimentares;
• Devido alguns lactobacilos produzirem a enzima lactase seu uso é muito benéfico para pessoas que apresentam intolerância a lactose.

 

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4. Kefir

Embora o kefir seja tecnicamente um produto também lácteo, é fermentado e os produtos lácteos fermentados podem realmente auxiliar as pessoas com intolerância à lactose relacionada ao leite. Tenha em mente que a fermentação altera completamente a composição química dos alimentos e, como no caso do leite fermentado, o kefir é relativamente pobre em lactose.

Um estudo de 2003 publicado no Journal of the American Dietetic Association indicou que o kefir estimulou a correta digestão e a tolerância à lactose, e seu uso pode ser outra estratégia eficaz para superar a intolerância à lactose.

Há também uma série de benefícios trazidos pelo kefir, incluindo a sua capacidade de suprimir significativamente marcadores inflamatórios de imunoglobulinas IgE, tratar condições digestivas como IBS e reforçar a densidade óssea. Para as pessoas com alergia ao leite de vaca que precisam se manter em uma dieta estrita sem leite, eu recomendo que você use kefir de leite de cabra.

5. Amasai

Amasai é uma bebida de leite tradicional que é fermentada, muito parecida com o kefir. O processo de fermentação de alimentos, incluindo produtos lácteos como iogurte, amasai e kefir, produz as bactérias benéficas, chamadas probióticos. Amasai também é uma rica fonte de nutrientes vitais, incluindo cálcio, vitaminas B, vitaminas A, ferro, magnésio, potássio, ácidos graxos ômega-3 e CLA.

Como o amasai contém altas doses de probióticos, ele funciona para curar e reparar o revestimento intestinal, o que pode ajudar a aliviar as alergias e sensibilidades. Você provavelmente descobrirá que você (ou seu filho) pode digerir o amasai de forma correta, com mais facilidade do que os produtos lácteos provenientes de vacas A1 e ultra-pasteurizados.

Um estudo de 2016 divulgado no Nutrition Journal descobriu que, em comparação com o leite que contém apenas caseína A2, o consumo de leite contendo caseína A1 estava relacionado a inflamação gastrointestinal elevada, piora do desconforto digestivo pós-lácteos e diminuição da velocidade e precisão do processamento cognitivo.

6. Ghee

Ghee é manteiga de forma clarificada, mas foi cozida no fogo para trazer o sabor inerente da manteiga. Tradicionalmente, o ghee é feito de búfalo ou mesmo leite de vaca, mas o processo de fabricação de ghee retira a água e as gorduras do leite, deixando um alto ponto de fumaça e um perfil nutricional único, sem lactose e sem caseína. Pessoas que são sensíveis a lactose ou caseína podem usar tranquilamente ghee como parte de uma dieta livre de lácteos, porque todos esses alérgenos removidos.

Ainda argumentam-se que os benefícios do ghee são ainda melhores do que em comparação com a manteiga. A manteiga contém 12 por cento a 15 por cento de ácidos graxos de cadeia média e curta, enquanto o ghee contém 25% ou mais. Ghee também é rico em vitaminas lipossolúveis A, C e E, além da vitamina K. 

Intolerância à lactose versus alergia ao leite

Embora a alergia ao leite de vaca e a intolerância a lactose sejam dois termos distintos, eles são frequentemente usados ​​se forma intercambiável, o que pode ser confuso. A intolerância à lactose é uma condição em que as pessoas têm sintomas digestivos prejudicados, como gases, inchaço e diarréia, depois de comer ou beber leite ou mesmo produtos lácteos.

A lactose é um açúcar presente em produtos lácteos e leite. Para digerir adequadamente a lactose, o intestino delgado produz a enzima chamada lactase. A Lactase é responsável por quebrar a lactose em glicose e galactose para que o corpo possa absorvê-la. No entanto, quando a capacidade do corpo para diminuir a lactase, o resultado é a intolerância à lactose. A verdade é que, uma vez que uma criança é desmamada do leite materno, o sistema digestivo gradualmente se adapta a outros alimentos e produz consideravelmente menos lactase. (20)

Os sintomas da intolerância à lactose ocorre quando o corpo é incapaz de digerir corretamente a lactose e não é devidamente absorvido, e a quantidade de lactase que um adulto pode digerir pode variar. Os sintomas podem variar de leve a grave, com base na quantidade de lactose que a pessoa comeu ou bebeu.

A eliminação total de produtos lácteos em pessoas com intolerância à lactose é uma área de controvérsia, sempre em discussão . De acordo com pesquisas realizadas na Bélgica, a grande parte dos indivíduos com intolerância à lactose pode tolerar até 12 gramas de lactose (250 mililitros de leite) sem sofrer de quaisquer sintomas gastrointestinais, embora os sintomas se tornem mais proeminentes em doses superiores a 12 gramas.

Uma alergia a proteínas de leite de vaca resulta ainda de uma reação imunológica a uma ou mais proteínas do leite. Estudos indicam que os mecanismos imediatos e associados a IgE de uma alergia ao leite de vaca são os responsáveis ​​por cerca de 60 por cento das reações adversas induzidas pelo leite de vaca. Os sintomas típicos associados à IgE aparecem dentro de uma a duas horas após a ingestão do leite de vaca, com sintomas de alergia alimentar que geralmente afetam a pele, o sistema respiratório e o trato gastrointestinal.

A prevalência de alergia ao leite de vaca na população em geral no mundo é de cerca de 1 por cento a 3 por cento, e é maior em lactentes e menor em adultos mais velhos. Uma nova pesquisa mostra que a prevalência de alergia ao leite de vaca está se elevando, o que pode ser explicado pela diminuição da amamentação e pelo aumento da alimentação com fórmulas à base de leite de vaca, que ocorre hoje. Os sintomas da proteína do leite de vaca ocorrem quase sempre, mas nem sempre, nas primeiras semanas após a introdução dos produtos lácteos.

Muitas crianças com alergia de leite desenvolvem sintomas em pelo menos dois dos seguintes órgãos: gastrointestinal (50 por cento a 60 por cento), pele (50 por cento a 60 por cento) e no trato respiratório (20 por cento 30 por cento). Os sintomas do sistema gastrointestinal incluem uma regurgitação frequente, vômitos, diarreia, constipação, sangue nas fezes e também anemia ferropriva. Os sintomas da pele incluem ainda dermatite atópica e inchaço dos lábios e lentes dos olhos, e os sintomas respiratórios incluem um corrimento nasal, sibilância e tosse crônica.

Precauções de suplementação de cálcio

O cálcio é um nutriente realmente importante, que é necessário para apoiar os ossos, dentes e unhas fortes. Todos nós exigimos uma quantidade relativamente grande de cálcio em comparação com muitos outros minerais, especialmente jovens, mulheres grávidas e pessoas mais velhas. O cálcio também é usado para controlar os níveis de magnésio, fósforo e potássio no sangue, já que esses minerais funcionam juntos para equilibrar uns aos outros.

Além de produtos lácteos como o leite, o cálcio pode ser obtido em certos alimentos vegetais também. Os vegetais verdes, como couve-verduras e couves, são ricas fontes de cálcio, assim como outros alimentos vegetais, como o quiabo e uma variedade de feijão. Procurar mais alimentos ricos em cálcio é a melhor maneira de efetivamente garantir que você obtenha os nutrientes que você precisa.

Houve muita controvérsia em torno dos efeitos negativos trazidos pelos suplementos de cálcio. Algumas pesquisas indicam que o cálcio pode formar acúmulo de placa gordurosa nas artérias, e assim potencialmente levar a ataques cardíacos ou derrames. Outras controvérsias em torno do cálcio estão relacionadas ao risco potencial de câncer, incluindo câncer de mama e também de próstata.

Os suplementos de cálcio também podem atuar de forma interativa com vários medicamentos, incluindo antibióticos, diuréticos tiazídicos, digoxina e fenitoína. O cálcio também pode elevar o risco de pedras nos rins, quando consumido em grandes quantidades e interferir também na absorção de outros minerais, como ferro, magnésio e zinco.

Com o objetivo de garantir a quantidade diária recomendada de cálcio que você precisa dos alimentos primeiro, e complementar apenas se for realmente necessário para compensar qualquer déficit grave, como uma deficiência de cálcio. As fontes reais de alimento de cálcio contêm as enzimas, minerais, vitaminas e outros nutrientes que seu corpo necessita para uma boa digestão e absorção de nutrientes.

Pensamentos finais sobre a dieta sem lácteos

  • As pessoas podem seguir uma dieta sem lácteos por diferentes razões, mas para a maioria das pessoas, eles estão procurando um alívio de problemas digestivos, inchaço, problemas de pele e também condições respiratórias que provêm de produtos lácteos.
  • As principais fontes de produtos lácteos que precisam ser evitadas por essas pessoas incluem leite, queijo, manteiga, creme de queijo, queijo cottage, creme azedo, cremes e pudins, sorvete, gelatina e sorvetes, soro e caseína.
  • Alguns dos muitos benefícios de seguir uma dieta sem lácteos incluem menos inchaço, pele mais clara, menos estresse oxidativo, digestão melhorada e um alívio de alergias ou sensibilidades lácteas.

Alternativas de alimentos sem leite incluem leite de cabra, coco e amêndoa. As opções fermentadas de produtos lácteos incluem kefir e amasai, que são muitas vezes mais facilmente digeridas, são altamente recomendadas, mesmo por pessoas com intolerância à lactose. Ghee é outra opção que é esclarecida e facilmente digerida por pessoas com sensibilidade à lactose e caseína.

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